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à frente noventa e nove baleias mortas e arrancadas do canal esticadas na escuridão como carroças negras da Escandinávia
Mamões, bananas, açúcar, abacate: As placas de gelo caem do céu como carne azeda. Ele pousa uma mão na testa, a outra suada prende o pau marrom-borracha
Naquele iglu geodésico, com seu ar úmido de hibernação(...)com a metereologia silenciosa e a masturbação alucinada na neve
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Clivagem
Há 23 horas
16 comentários:
é complexo, é imagético, é um tanto delirante. e é grandioso, como vc faz mto bem. e tem essa coisa de começar e terminar com pontos finais, que na verdade são portas absolutamente abertas, de início e fim.
eu ia dizer alguma coisa, mas essa moça de cima disse tudo. :)
é interessante essa coisa do leitor recriar e adicionar novos significados à obra de terceiros..
(No caso, os pontos finais eram apenas uma questão de espaçamento, mas a sua interpretaçao é, de fato, muito mais rica)
Bjos Prima
Valeu a Visita Mariana!!
grande bjo
E ainda é meu ator preferido!
Que coisa...
rs
(adorei,adorei o texto)
tudo que você escreve dá vontade de ver a continuação...!
cada dia melhor Carleto!
Um Grande abraço
da G.C.
tá carimbado: KANON
O Edward Norton? é, ele é minha cópia!!!
rsrrs
bjo
Geração,
essa é uma generosidade sua,
mas mesmo assim,
VEM COMIGO!!!
ABSS
se o Kanon falou, tá dito!
Ticiana,
essa, para mim, é a maior dificuldade: consigar juntar numa coisa só todos esses inícios, meios e fins
vlw a visita
bjo
“e sempre tinha alguém, homem ou mulher, pedindo notícia, de por acaso, de um filho que, fazia tempos, saíra por esse mundo; e ele mentia uma caridade gentil, dizendo que lá no Urucúia aquele-um certo e com bôa saúde estava”
arre! é tudos, pô. que posso dizer... ahn... hm... quero mais! cad~e, cadê??????
beijo.
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