No salão escuro do tempo
onde dormem altares dos
deuses esquecidos
um jovem conquistador
vêm refrescar a sua taça
lá dentro estão os foles
os poetas e os cantores
as margens e correntes
as cidades e os quartos
lá fora as ilhas urgem
Nos troféus ao fundo
se vêem os mares e esquadras
um enorme atlas do mundo
com todas trilhas e estradas
os dias passados nas pinturas
o homem e o conquistador
estão no breu
pelas estradas do mundo
bebendo fundo nas taças
vivendo nas margens ao centro
os enormes deuses e mapas
respiram foles
nos quadros
no salão escuro do tempo.
Em toda estrada do mundo
os homens estão no breu
em todo quadro nos quartos
o breu está nos homens
o homem e o breu
na escura escuta do tempo
os homens e o breu
Pressão e neblina
Há 8 horas
Um comentário:
salão nobre de uma guarda ardente
de fibra vassalar tonal do grande destino :::::: que é inóspito
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