terça-feira, 9 de outubro de 2007

Amante de panos e libélulas

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No tempo em que os relevos eram outros

Comprava-se livros como sedes de dilúvio


No tempo em que cafés traçavam teoremas

Comprava-se livros como carrosséis de antigos bailes


No tempo em que éramos soterrada aurora em braile

Almoçávamos enciclopédias nuas nos solstícios


Evidenciar mamutes já não era um vício

E lanchávamos florestas nos ensaios


4 comentários:

Luiz Coelho disse...

Saudosista Carleto!

Anônimo disse...

apesar de querer muito comentar , ,
não! não foram escritos para intimidar esses versos , , mas para elevar a poesia a seu mais alto grau e por demonstrar esse carinho pela sua matéria............ ???

só queria dizer que bebi dos versos e gostei. muito.

ph disse...

Marechal está em sua cama
doente!
Isso é certo!

- Marechal Carleto - disse...

valeu PH


sermpre dando a força!!!!

Marechal Carleto Gaspar 1841

Marechal Carleto Gaspar 1841